BLOG MARTINS ANDRADE E VOCÊ–ARTIGO

O ÓDIO BLOQUEIA.

O ódio está cada dia mais crescente no meu país.

E uma pessoa irada, tem, na maioria das vezes, o raciocínio lógico bloqueado.

A juíza que determinou a transferência de Garotinho, da cadeia para prisão domiciliar, está sendo acusada de petista por ter advogado para Dilma Rousseff em certa ocasião.

E mais ainda, porque foi nomeada por Dilma para o STJ.

E Dilma Rousseff, hoje, não é nada mais do que uma aposentada do INSS, de onde recebe a bagatela de seis mil e poucos reais mensais. Não tem poder nenhum!

Mas veja como o ódio bloqueia o raciocínio: o atual Juiz Sérgio Moro já foi advogado da prefeitura de Maringá, cujo prefeito era do PSDB; naquela mesma prefeitura, e naquele mesmo mandato,  houve um desvio de 500 milhões de reais, onde o prefeito do PSDB foi o acusado. No inquérito, o Advogado Sergio Moro, atuou como testemunha de defesa do prefeito. E o doleiro responsável pela lavagem dos 500 milhões… Foi Alberto Youssef!

Além disso, Sergio Moro é filho de um dos fundadores do PSDB, no Paraná. E sua atual esposa, até um dia desses, trabalhava para o PSDB de Maringá.

Sergio Moro já prendeu quase todos os petistas, e está correndo atrás do Lula para prendê-lo, também. Nenhum membro do PSDB, o partido que a família ajudou a fundar no Paraná,  não está tendo uma simples dor de cabeça na Lava Jato. Mesmo com a avalanche de denúncias.

Sergio Moro, já como juiz federal, comandou o inquérito da maior corrupção financeira que um país moderno pode ter sofrido, que foi o caso Banestado, onde 150 bilhões de dólares foram lavados para o exterior, através das contas CC5, e cujo doleiro foi, novamente, Alberto Youssef!

Pela terceira vez Sergio Moro bate de frente com Youssef, agora na Lava Jato.

Como nas duas primeiras vezes, Alberto Youssef está livre.

Sergio Moro, antes de ser nomeado Juiz da 4ªVara da Primeira Instancia do Paraná, foi assessor da Ministra do STF, Rosa Weber. E é dele a redação do voto, que levou a Ministra ao ridículo no mundo inteiro, quando do julgamento do caso de José Dirceu, do PT, no Mensalão: Não tenho prova cabal contra Dirceu – mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite. Como se vê, Sergio Moro gosta de condenações sem provas.

E porque tudo isso?

Para provar que o ódio bloqueia!

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