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O NEOLIBERALISMO LÁ FORA E SUA CÓPIA POR AQUI.
 
O neoliberalismo é uma forma de política econômico-social, preconcebida pelo economista Milton Friedman, e define que numa economia deve haver desemprego, a fim de que haja competição entre os desempregados para que os salários baixem.
Segundo Milton Friedman, os países não devem estimular o emprego pleno porque, se todos estão empregados, o salário cresce e não há competição pelo emprego.
 
Daí porque, nos países que adotam o Neoliberalismo, o desemprego é muito alto.
Martins Andrade
 
 
Pobreza na União Europeia atinge 25 milhões de crianças e 4,6 milhões de jovens estão desempregados.
Publicado no GGN1Blog de Luis Nassif
 
Cerca de 25,2 milhões de crianças e adolescentes (26,9%), estavam em risco de pobreza ou exclusão social, nos 28 países da União Europeia, percentagem que é superior nos países do Sul afetados pela crise, onde a pobreza e exclusão ameaçam uma em cada três crianças
 
A estes juntam-se 4,6 milhões de jovens entre os 15 e os 24 anos (20,4%) que se encontravam sem emprego, segundo dados do relatório divulgado, dia 14, pela Fundação Bertelsmann, relativos a 2015.
 
Nos países do sul o desemprego jovem é praticamente mais do dobro da média europeia, com a Grécia a apresentar os índices mais elevados (49,8%), seguindo-se a Espanha (48,3%) e a Itália (40,3%).
 
"As crianças e jovens beneficiam muito pouco da recuperação econômica", afirmam os autores do índice de justiça social que, desde 2008, mede as oportunidades nos 28 estados-membros.
 
O estudo revela ainda que cerca de 17,3% dos jovens da UE entre os 20 e os 24 anos não estudavam nem trabalhavam. Estas percentagens disparam em Itália (31,1%), Grécia (26,1%) e Espanha (22,2%).
 
"Estes jovens vivem totalmente fora do sistema laboral e educativo e, em consequência, têm poucas oportunidades de ascensão social", alerta o relatório.
 
A fundação alemã destaca também o aprofundamento do fosso intergeracional. Enquanto a pobreza se agravou nas camadas jovens, entre a população mais idosa, acima dos 65 anos, este índice desceu de 24,4%, em 2007, para 17,4%, em 2015.
 
"A crescente falta de perspectivas de muitos jovens dá espaço aos movimentos populistas em crescimento. Não podemos correr o risco de a juventude ficar decepcionada e frustrada com a sociedade", alertou o presidente da fundação, Aart De Geus.
 
De resto, um em cada quatro cidadãos da UE (118 milhões de pessoas ou 23,7%) continuava em risco de pobreza ou exclusão social em 2015.
 
A manutenção de elevados níveis de pobreza é em parte explicada pelo aumento de "trabalhadores pobres", ou seja, pessoas que estão em risco de pobreza apesar de terem um trabalho remunerado a tempo inteiro.
 
Segundo o estudo, a percentagem destes trabalhadores aumentou em 2015 para 7,8%. De acordo com os autores do estudo, este fenômeno resulta de um cada vez maior sector de salários baixos e de formas "atípicas de emprego".
 
O aumento de "trabalhadores pobres" é preocupante, destaca o estudo, considerando que "um trabalho a tempo inteiro não só deve assegurar o salário, como também o sustento".
 
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