BLOG MARTINS ANDRADE E VOCÊ–A COELCE E O DESCASO COM O CLIENTE.

Uma das grandes virtudes das empresas privadas, no mundo inteiro, é a promoção da satisfação e sua consequente confirmação junto ao cliente.

Empresas privadas, sobretudo no ramo da prestação de serviços, aferem a satisfação do cliente pela via da pesquisa direta, porta a porta; ou não presenciais, por telefone. 

Assim, a empresa pode programar os serviços, criando novas metodologias, novos produtos e melhorar seu relacionamento com o potencial cliente.

No Brasil, são poucas as empresas que trabalham, visando melhorar a vida de quem lhes paga por seus serviços. Primeiro, pelo monopólio que alguns grupos exercem, dominando o mercado, não permitindo a livre concorrência; segundo: porque, se sabem que detêm o monopólio, seus dirigentes não se preocuparão em melhorar seus serviços.

Um dos belos exemplos de descaso com o cliente é praticado, aqui no Ceará, pela prestadora de energia: a Coelce.

Atentem para o caso: O consumidor propôs à Coelce a troca do local da caixa de medição. Foi ao escritório, pagou a devida taxa pela mudança, e combinou com o representante da empresa, que, pelo fato de não permanecer o dia todo em casa, gostaria que o funcionário encarregado de proceder o serviço, ligasse para ele, o cliente, marcando o horário para que este o esperasse em casa. O representante asseverou que a troca se daria em, no máximo, cinco dias. Passaram-se um, dois dias, e no terceiro, o consumidor ligou para o escritório, a fim de saber o andamento do contratado. A funcionária atendente afirmou que o encarregado havia comparecido ao endereço, e retornou porque a casa estava fechada. O cliente quis saber sobre o telefonema combinado, que não houve. A funcionária respondeu, que telefonar ou não, é uma decisão do funcionário.

Em outras palavras: A Coelce não tem critérios para atendimento ao consumidor, de tal forma que um funcionário, por conta e risco dele, modifica uma decisão tomada pelo escritório da empresa.

Como se sabe, o escritório de uma empresa funciona como extensão dela, e as decisões ali tomadas, não devem ser desvirtuadas pela vontade de um subalterno. Mas foi.

Sem contar que os funcionários encarregados de fazer a medição do consumo, tem o hábito de jogar a fatura em qualquer lugar, gerando descontentamento, inadimplência, e danos ao cliente.

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