A CENTRAL DE INTELIGÊNCIA AMERICANA (CIA) ANTES, E A CIA AGORA.

OS CAÇADORES DO EX-PRESIDENTE LULA REPETEM O QUE A GRANDE MÍDIA QUER, SEM PESTANEJAR.
NENHUM TEM A OMBRIDADE DE LER OUTRAS INFORMAÇÕES.
SOBRE O QUE ESCREVEM E ACUSAM LULA, É FICHINHA FRENTE AO QUE FHC FEZ.
MAS, OU ELES OMITEM OU SE FAZEM DE DOIDOS.
A CIA –A AGÊNCIA DE INFORMAÇÕES DOS ESTADOS UNIDOS, ATUOU DESCARADAMENTE PARA DERRUBAR O  GOVERNO DO BRASIL, NO PERÍODO ANTERIOR A 1964.
AS SENHAS FORAM: “O MAR DE LAMA” DA ATIVIDADE POLÍTICA BRASILEIRA E “O PERIGO DO COMUNISMO”.
HOJE, NÃO DÁ MAIS PARA UTILIZAR O COMUNISMO COMO SENHA, MAS O “MAR DE LAMA” É REPETIDO DIUTURNAMENTE PELAS GRANDES MÍDIAS EM CADA REPORTAGEM.
A CIA ESTÁ DENTRO DESSAS CRISES.
O TIPO DE GOVERNO ADOTADO NOS PAÍSES DA AMERICA LATINA NÃO AGRADA AOS INTERESSES ECONÔMICOS DOS ESTADOS UNIDOS.
SOBRETUDO DEPOIS QUE UM OPERÁRIO IMPÔS UM TIPO DE ECONOMIA, ONDE SE VALORIZA O COMERCIO INTERNO EM DETRIMENTO ÀS IMPORTAÇÕES DO QUE É PRODUZIDO NOS ESTADOS UNIDOS.
E ESSA IDÉIA ESTÁ SENDO COPIADA NOS DEMAIS PAÍSES DA REGIÃO, E JÁ COMEÇA A SE ESPALHAR PELO MUNDO.
LULA NÃO É BOM PARA OS IDEAIS DE POLÍTICA ECONÔMICA DOS ESTADOS UNIDOS. HÁ QUE DESTRUÍ-LO.
O “MODUS OPERANDIS” DA ÓPERA É O MESMO DE ANTES DE 1964: JOGAR O POVO CONTRA AS AUTORIDADES CONSTITUIDAS. E ISSO É FUNÇÃO, DENTRO DO PLANEJAMENTO DA CIA, DA MÍDIA. ELA CUMPRE, RELIGIOSAMENTE.
 
PARA AJUDAR A DESTRUIR NOSSA DEMOCRACIA E NOSSA ECONOMIA, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO ESTEVE ATOLADO ATÉ O PESCOÇO.

E RECEBEU DINHEIRO PARA ISSO.

DINHEIRO DOS AMERICANOS, DA CIA.

É POR ISSO QUE A MÍDIA BRASILEIRA NÃO MEXE COM O AGENTE DA CIA NO BRASIL.

EM TEMPO: ESTE ANO-2012, FHC RECEBEU UM PRÊMIO NOS ESTADOS UNIDOS, NO VALOR DE UM MILHÃO DE DÓLARES. TERÁ SIDO A ÚLTIMA PARCELA DO PAGAMENTO PARA TRAIR NOSSA PÁTRIA?

COMPLEMENTO NOSSA OPINIÃO COM O ARTIGO DO JORNALISTA SEBASTIÃO NERY.

MARTINS ANDRADE.

 

ESSA PÉROLA ESTÁ POSTADA EM UM DOS JORNAIS MAIS DIREITISTAS DO BRASIL – TRIBUNA DA IMPRENSA ONLINE.
LEIAM E DEPOIS LEMBREM-SE DE QUE ACUSAM LULA:
sexta-feira, 06 de janeiro de 2012 | 02:11
Dinheiro da CIA para FHC
Sebastião Nery
“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”.
Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69.
***
FUNDAÇÃO FORD
Há menos de 60 dias daquele fevereiro de 69, em 13 de dezembro de 68 a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos.
E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares. Era muito dinheiro, naquela época, com o dólar supervalorizado.
***
AGENTE DA CIA
Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.
Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma “personalidade internacional” e passou a dar “aulas” e fazer “conferências” em universidades norte-americanas e européias.
Era “um homem da Fundação Ford”. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.
***
QUEM PAGOU
Em 2008, chegou às livrarias brasileiras um livro interessantíssimo, indispensável, que tira a máscara da Fundação Ford e, com ela, a de Fernando Henrique e muita gente mais: “Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura”, da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editado no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro).
Quem “pagava a conta” era a CIA, quem pagou os 145 mil dólares (e os outros) entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique foi a CIA. Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas:
“Consistente e fascinante” (“The Washington Post”). “Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA” (“Spectator”). “Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente” (“The Times”).
***
MILHÕES DE DÓLARES
1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockefeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).
2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).
3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147).
***
FHC FACINHO
4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).
5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritórios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).
6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

OBS: Nesse período, Fernando Henrique Cardoso escrevia os discursos do então Deputado Rubem Paiva. Os inflamados discursos contra a ditadura, levou à prisão o Deputado Rubem Paiva, que a família reclama seu corpo até hoje.

Fernando Henrique Cardoso continua vivinho da silva, sem sofrer um arranhão sequer, e continua dando palpite sobre a condução da vida econômica do país, ele que foi um dos agentes que ajudou a falir.

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Comentários

  • Amedar Consulting Group  On 15/12/2012 at 05:50

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