MÍDIA – UM PERIGOSO SILÊNCIO SOBRE OS AMIGOS

NAS ELEIÇÕES O CONTRIBUINTE VAI CONHECER AS VERDADES QUE A MÍDIA ESCONDE.

A imprensa brasileira continua escondendo o livro bombástico do Jornalista Amaury Júnior, A Privataria Tucana.

Alguns veículos que abordam o assunto, o fazem de leve, porém fazendo mais uma defesa do governo tucano e do principal implicado, no caso José Serra, do que como matéria jornalística, que inclusive já virou objeto de CPI.

A mídia nacional, as cinco famílias e sua parentada, as retransmissoras das grandes redes, procuram não tocar no assunto.

A veiculação dos fatos narrados no livro, com farta documentação e fé pública, uma vez que foram obtidos em cartórios, diferem muito quando o assunto são as mazelas do governo.

Quem toca no assunto, ao se referir ao jornalista autor do livro, o faz de modo a deixar a impressão de que o mesmo não tem autoridade moral para apresentar as acusações.

Mas, não foi assim que a grande imprensa tratou os casos dos ministros do atual governo, quando essa mesma mídia praticou o assassinato de reputação, sem nenhum documento para mostrar ao seu leitor, ouvinte ou telespectador, apenas baseado nas declarações de um bandido, que sofria investigação pelo mesmo ministro dos esportes, por mau uso de dinheiro público, oriundo de convênios.

Ou ainda em outro caso, a defenestração, sem direito a defesa, de vários atores da política nacional por essa mídia, que agora cobra isenção moral de um cidadão, que pôs em um livro o resultado de investigação de desvio, apossamento e lavagem de dinheiro público, repito, com farta documentação.

As grandes empresas detentoras de concessões públicas para explorar o divertimento e a informação, estão enveredando por uma estrada muito perigosa para a democracia brasileira, quando tentam, de suas redações, desestabilizar governos democraticamente eleitos.

Aos poucos as redes sociais, na internet, vão bombardeando as informações, que a grande mídia estar a esconder, e as pessoas vão tomando conhecimento dos fatos, e comparando a informação que lhes foi dada no sofá de suas casas, através da televisão comprometida, com turbilhão de fatos com documentos, que as redes sociais fazem circular.

Muitas pessoas, após tomarem conhecimento do comprometimento desses órgãos com a mentira, com a negação da realidade dos fatos, se afastaram dessas mídias.

Quem vai acreditar na seriedade de uma empresa jornalística, que mostra um fato, uma matéria ao seu leitor, ouvinte ou telespectador, e mais adiante, ao acessar um blog, uma rede na internet, o cidadão descobre que era mentira, e que a farta documentação apresentada na mídia opcional, no caso a internet, contrasta absurdamente com o que pagou, no caso de jornal ou revista, ou no seu canal televisivo por assinatura?

Além do mais, O descrédito poderá acontecer com maior profundidade, por ocasião das  campanhas políticas, quando os partidos poderão usar fartamente esse material, sem que a mídia possa fazer nada.

Vai assistir calada à exposição dos fatos, que ela, ordinariamente, escondeu.

 

 

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