LABORATÓRIO DE MISÉRIA

A ENTREGA DE NOSSAS RIQUEZAS

Quando eu era estudante universitário no tempo da ditadura, durante as aulas, nos intervalos delas, nas atividades físicas dos centros esportivos, no campus universitário, viviamos cercados por pessoas que, de vez enquando sumiam, reapareciam, seguiam-nos, disfarçavam, enfim, gente que, com o tempo aprendiamos: espiões infiltrados.

Eram pessoas que viviam com uma ideia fixa de que, nas universidades semeava-se, difundia-se o comunismo.  Ali, segundo os órgãos de seguranças nacionais da época, estava o foco, os aparelhos, as células onde vicejavam e cresciam o câncer da entrega nacional.

Bastava uma fala, uma expressão mal formulada para que o nome de um estudante, professor, funcionário, fosse inserido na relação das pessoas  “subversivas”.

Ser codinominado ‘”subversivo” era o fim para qualquer cidadão.

Comunista, então…

Era um adeus à sua profissão, ao emprego, aos amigos. E um alto risco de vida. E a eterna dúvida atroz dos amigos, parentes e familiares sobre o direito de ir e vir:  vai, será que volta?

Muitos até hoje nunca foram encontrados.

Os militares e seus repressivos órgãos de seguranças não davam tréguas para o livre pensar, desde que não se revelasse o que se pensava.

Nessa diferença de pensar, foi permitido que setores da sociedade se apoderasse de parcela do patrimonio nacional, de suas riquezas e do domínio da opinião pública.

Ao longo do tempo, percebeu-se que os militares brasileiros tomaram posições, no mínimo curiosa: prenderam, arrebentaram, bateram, sumiram com aqueles que, de certa forma, advogavam a manutenção dos bens nacionais para a nação e seu povo.  A luta pela manutenção das riquezas nacionais foram rechaçadas porque foram defendidas por pessoas, que no viés militar, eram consideradas “subversivas”, comunistas. E comunista para nossas forças armadas, eram pessoas que iriam tomar o poder para instalar aqui, uma república comunista, um braço da União Soviética. 

A democracia mudou comportamentos para alguns, criou revolta em outros, e desvendou inimigos onde não se esperava.

O risco de depredação do patrimonio nacional, que os militares temiam fosse feita pelos comunistas, passou a ser exercido pelos que lhes apoiavam.

As nações amigas, abençoadas pelo regime, se permitiam levar nossas riquezas, empobrecer nossa nação, humilhar nosso povo ao ponto de fornecer como alimentos para nossas crianças, migalhas de suas sobras, como foi o caso do leite em pó, fubá de milho e sorgo, que eles mandavam para nosso país, cheios de bichos (tapurus), que as mães transformnavam em mingáus para nossos irmãos famintos.   Ou o milheto, um cereal parecido com arroz, que eles utilizavam como  ração para cavalos, mas que eram enviados para o Brasil para alimentar os famintos que escaparam, graças a eles, do feroz comunismo. 

Nossos militares nunca fizeram nada contra isso. Muito pelo contrário.

À memória me vem os comunistas defendendo o patrimonio nacional e nossas riquezas, e sendo, ao mesmo tempo, dizimados por quererem exatamente isso. Triste ironia.

Hoje, alguns sobreviventes se dizem democratas.

Mas, novamente uma triste ironia se difunde entre os combatentes do comunismo e os subversivos de então.

Alguns destes montaram um stand, descaradamente, para vender o patrimonio nacional, como é o caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, agora travestido de agenciador de negócios cujo objeto são as riquezas nacionais.

Transcrevo para os amigos do Blog o artigo de Laerte Braga para que tracem um paralelo entre o que temiam nossas forças armadas e o que acontece hoje, com aqueles que agora estão lendo a cartilha inversa de nossas riquezas.

 

 

domingo, 17 de outubro de 2010

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

Laerte Braga

(DESAFIO QUALQUER TUCANO OU ALIADO A DESMENTIR OS FATOS ABAIXO. A VENDA DO BRASIL PELAS COSTAS DO POVO BRASILEIRO – TUCANOS SÃO CORRUPTOS E TRAIDORES)

Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu.

O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil.

FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra.

A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas.

Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito.

E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.

Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.

Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.

O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.

O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a eleição de José FHC Serra.

Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil.

Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros.

No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores.

É a opção que os brasileiros temos diante de nós.

Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana. 

Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em FOZ DO IGUAÇU e sua natureza, a venda do BRASIL!

(continuo desafiando tucanos traidores a desmentir o negócio que está sendo feito em FOZ DO IGUAÇU) 23:39h de 17 de outubro de 2010

Mais nomes de participantes do evento, as notícias chegam a conta gotas, pois os traidores montaram um esquema de segurança para evitar que a venda do Brasil possa ser testemunhada por cidadãos decentes.
Aí vão.
Raphael Ekmann
Alice Handy
Keith Johnson
Anjum Hussain, CFA, CAIA

O organizador do evento é Raphael Eckmann – Investor Relations at Tarpon Investment Group São Paulo e região, Brasil
Experiência de Raphael Eckmann
Investor Relations
Tarpon Investment Group
(Setor Serviços financeiros)
No momento ocupa este cargo
Commercial Manager
Globosat

(Setor Serviços financeiros)
2003 — 2007 (4 anos ) 

O agente estrangeiro que organizou o evento em Foz do Iguaçu, Hotel das Cataratas, onde FHC está acertando a venda da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL é RAFHAEL EKCMANN, que no momento ocupa o cargo de COMMERCIAL MANAGER da GLOBOSAT (serviços financeiros).

A GLOBO está no meio, é sócia do grupo MURDOCH na GLOBOSAT.

E enquanto isso José FHC Serra vai mentindo e distraindo o povo brasileiro. FHC comete a traição pelas costas e seu pupilo mente na REDE TEVÊ. O ex-presidente continua falando aos investidores no jantar no Hotel das Cataratas.

É um fato grave, um ato de traição.

A propósito disso não custa lembrar que em 2002 o então presidente FHC mandou o BNDES dar à GLOBO 250 milhões de dólares numa assembléia de aumento de capital da GLOBOSAT, além de encaminhar ao Congresso a proposta de participação de capital estrangeiro em empresas de rádio e televisão, como parte do acordo para que a rede apoiasse José FHC Serra.

Estão de volta os bandidos. Tentando tomar o Brasil a qualquer custo.

Pessoas que até aqui chegaram, terão uma oportunidade de esclarecer aos amigos o risco que o país está correndo, relativamente á depredação de nosso  patrimônio.

É manter nossas riquezas para o bem do nosso país ou voltar a assistir nossas crianças voltar a comer ração de cavalo.

Fernando Henrique Cardoso está empenhado em vender o Brasil. Logo, logo, voltaremos a ser novamente um laboratório de miséria.

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